14 Novembro / Fundação Calouste Gulbenkian

10h00 - 11h00: SESSÃO DE ABERTURA

Auditório 2 


11h00 - 11h45: Conferência de abertura

Auditório 2 

EDUARDO LOURENÇO

(Apres: Annabela Rita)

 


11h45 - 12h00: Pausa para café

 


12h00 - 13h00: Comunicações simultâneas

Auditório 2

Moderação: Regina Zilberman

Duarte Ivo Cruz (Academia Portuguesa da História e Academia das Ciências de Lisboa)

Almada Negreiros, um dramaturgo futurista

Ana Isabel Vasconcelos (Universidade Aberta)

Contra o gosto público que sustenta o teatro: Almada e o panorama teatral de uma época

Maria de Jesus Cabral (Universidade de Lisboa)

Almada teatral, um certo modo de dizer

Auditório 3

Moderação: Maria do Céu Estibeira

Marisa das Neves Henriques (CLP / CLEPUL)

Mafarka, il futurista: descaso ou perplexidade? Reflexões sobre a sua (não) tradução para português

Orietta Abbati (Università di Torino)

Entre verso livre e “paroliberismo”. Advento e manifestação da poesia futurista italiana no primeiro Futurismo (1910-1916)

Ana Maria Binet (Universidade Bordeaux Montaigne)

Os manifestos futuristas portugueses numa perspetiva europeia: Identidade e Alteridade de uma «Poética de ruptura»

Sala 1

Moderação: Maria de La Salette da Costa Loureiro

Patrícia Soares Martins (Universidade de Lisboa)

A Presença do Futurismo Russo em Céu em Fogo de Mário de Sá-Carneiro

Filipe Reblin (UFPR / Bolseiro CAPES PDSE)

A estranha morte do Professor Antena: nuances policiárias em Mário de Sá Carneiro

Carla Ribeiro (Instituto Politécnico do Porto)

O futurismo no percurso público e político de António Ferro

 



 

14h30 - 15h15: Conferência plenária

Auditório 3

FERNANDO GUIMARÃES (Universidade do Porto)

Futurismo até quando

(Apres: Ana Isabel Vasconcelos)

 



15h15 - 16h15: Comunicações simultâneas

Auditório 3

Moderação: Maria Papadima

António Valdemar

A Imprensa em Portugal perante o Futurismo

Fernando Curopos (Université Paris Sorbonne)

José de Almada Negreiros em modo queer

Arlete Cavaliere (Universidade de São Paulo)

Almada Negreiros e o Futurismo russo: intersecções estéticas 

Sala 2

Moderação: Maria Aparecida Fontes

Maria de La Salette da Costa Loureiro (Investigadora)

A cidade futurista em Mário de Sá-Carneiro

Monica Figueiredo (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

A cidade como espetáculo: o romance oitocentista e o futuro que não se cumpriu

Mariana Veiga Copertino (Doutoranda Universidade Estadual Paulista)

O futurismo no cinema português: aspectos da vanguarda na produção de Manoel de Oliveira

Sala 1

Moderação: Filipe Reblin

 Alline Araújo Costa (Universidade Federal do Pará) e Veridiana Valente Pinheiro Castro (Universidade Federal do Pará)

A cidade como espetáculo: o romance oitocentista e o futuro que não se cumpriu

Marcos Rogério Cordeiro (Universidade Federal de Minas Gerais)

Técnica futurista e forma realista no romance de Oswald de Andrade

Isabel Garcez (CLEPUL)

Atuais «vanguardas» literárias em língua portuguesa: O caso dos vencedores do Prémio Literário José Saramago

 


16h15 - 16h30: Pausa para café

 


16h30 - 18h00: Conferências plenárias

Auditório 3

PIERO CECCUCCI (Università di Firenze)

Guilherme de Almeida: Futurismo e Tradição

MÁRIO AVELAR (Universidade Aberta)

 Movimentos, ritmos, percepções – Contributos para uma leitura da(s) estética(s) futurista(s)

(Apres: Orietta Abbati)

 


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EXPOSIÇÃO

A PARTIR DO SURREALISMO

— GALERIA MILLENNIUM —

Rua Augusta, 96

Lisboa

Entre 26 de setembro de 2017 e de 6 janeiro de 2018

Das 10h às 18h

 

“A PARTIR DO SURREALISMO

“Mostra coletiva de oito artistas da Coleção Millennium BCP

Visa divulgar esta importante Coleção e, simultaneamente, valorizar a arte portuguesa contemporânea.

 

Os artistas presentes – Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny, António Dacosta, Carlos Calvet, Vespeira, Eduardo Luiz, Paula Rego e Graça Morais – têm em comum o gosto pela pintura figurativa contadora de histórias, sugeridas pelos títulos e pelo modo imaginoso como as formas (nem sempre identificáveis) usam a cor e a composição para perturbar o entendimento comum das coisas. Destes artistas, só alguns (Cruzeiro, Cesariny, Calvet, Dacosta) pertenceram aos movimentos surrealistas do meio do século XX mas todos pintam a realidade como se ela tivesse a natureza dos sonhos: confusa, disparatada, surpreendente.

https://ind.millenniumbcp.pt/pt/Institucional/fundacao/Pages/eventos.aspx



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EXPOSIÇÃO





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